Equipe de Bolsonaro terá de cortar R$ 37 bilhões em despesas por ano em seu governo

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O presidente eleito Jair Bolsonaro e sua equipe enfrentarão um grande desafio durante o seu governo, terão que reduzir R$ 37,2 bilhões por ano em despesas até o final de seu mandato, isso para cumprir a regra que consta a proibição do aumento dos gastos em ritmo elevado á inflação.

Equipe de Bolsonaro terá de cortar R$ 37 bilhões em despesas por ano em seu governo
FOTO: DIDA SAMPAIO/ESTADAO

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A atual equipe de economia do Brasil discutiu sobre os números com o grupo de Bolsonaro, mesmo com a previsão de mais um déficit para 2019, foi acertado que a futura turma econômica efetuará cortes nas despesas para acabar com o déficit das contas públicas sem acréscimos de impostos. Caso o déficit previsto para o próximo ano seja confirmado será o sexto consecutivo.

Bolsonaro terá que reduzir as despesas primárias em R$ 148,8 bilhões nos quatro anos de seu mandato. Representando um corte anual de 0,5 ponto percentual do PIB (Produto Interno Bruto).

Para obter resultado positivo na redução de despesas, o grupo econômico de Jair Bolsonaro pretende aprovar a Reforma da Previdência em 2019 e diminuir gastos com subsídios, além de começar uma revisão na política de correção do salário mínimo a partir de 2020 e trabalharem para evitar os reajustes de servidores.

Apesar de todo o esforço a futura equipe econômica do governo acredita que somente essas medidas não serão suficientes para cumprir a regra do teto de gastos, mas se a Reforma da Previdência for aprovada no próximo ano, os brasileiros podem esperar uma queda significativa no déficit e assim o mercado volta a sorrir por mais tempo.

Bolsonaro e a Reforma da Previdência

Na última terça-feira (20) o presidente eleito, Jair Bolsonaro, participou de uma reunião em Brasília com representantes das Santas Casas para resolver e anunciar quem seria o futuro ministro da saúde. O deputado federal também aproveitou o momento para comentar sobre a atual Reforma da Previdência que esta em tramitação no Congresso Nacional, e afirmou que considera essa reforma “salgada demais”.

Bolsonaro alegou que vem solicitando a Paulo Guedes e aos outros membros da equipe que destravem a economia do Brasil. Para ele não é possível reformar com as propostas sugeridas pelo atual governo e finalizou com a frase “Não podemos querer salvar a nação e matar o trabalhador aqui em baixo”, disse o presidente eleito.

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