SPC – Mais de 60 milhões de brasileiros estão com contas atrasadas

De acordo com a pesquisa elabora pelo SPC – Serviço de Proteção ao Crédito juntamente com CNDL – Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, o número de pessoas que possuem contas atrasadas no Brasil chegou em 62,4 milhões, isso corresponde aproximadamente 40% da população adulta do país.

Os dados mostram um aumento de 3,9% na lista de pessoas em inadimplência quando comparado com o mesmo período durante o ano de 2017. Para José Cesar da Costa, presidente da CNDL, esse número se deve a grande taxa de desempregados no Brasil, além da queda de renda das famílias resultado da crise que o país vive. O presidente ainda ressaltou que todos esses fatores econômicos negativos estão prejudicando os cidadãos em manter em dia suas contas.

DIVIDAS
Mais de 60 milhões de brasileiros estão com contas atrasadas (freepik/Imagem)

Na relação de dividas atrasadas as contas que mais aparecem são os famosos crediários em lojas, faturas de serviços de telefonia e internet, Tv por assinaturas, faturas de cartão de credito e empréstimos bancários. Mas para as contas básicas como luz e água houve uma redução de 1,1% do número de atrasados.

Quando analisado separadamente, os crediários dentro do comercio apresentaram uma baixa no número de pessoas em atraso obteve uma queda significativa de 6,1%. E no caso de dividas bancárias a taxa de endividados e atrasados aumento em 8,5% somente de um mês para o outro.

Segundo Jose Cesar da Costa é possível enxerga um quadro melhor no número de pessoas com contas atrasadas somente quando o mercado de trabalho apresentar uma melhoria, mas que isso só será possível com recuperação econômica do Brasil.

Idosos apresentam mais contas em atraso

A pesquisa também divulgou o aumento de idosos em inadimplência, o número de homens e mulheres entre 65 e 84 anos aumento em 10% comparado ao ano interior. Resultando em aproximadamente 5,4 milhões de pessoas, que ocupam essa faixa etária, com restrição financeira no nome.

De acordo com Roque Pellizzaro Junior, presidente do SPC, o aumento de endividados com faixa etária entre 65 e 84 anos apresentou um aumento, pois as linhas de crédito financeiros disponíveis para aposentados são numerosas, além da facilidade na liberação desses serviços.

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